domingo, 30 de agosto de 2015

Effect Wolf - 2° Temporada - Capítulo 18 - Final de Temporada




Nota: Oi meninas, tudo bem? Eu estou ótima. Resolvi o problema com a internet mas demorei alguns dias pra postar porque estava resolvendo umas coisas nos capítulos e também porque estava com um pouco de preguiça. Me perdoem. Enfim, é isso mesmo que você leram no título da postagem, Final de Temporada"Como assim final de temporada de repente?" Bom, eu decidi terminar essa temporada no capítulo 18 para o bem de algumas coisas que vão acontecer na terceira, e talvez, última temporada. *suspense* Espero que vocês gostem do capítulo e aguardem ansiosas para a 3° temporada que talvez possa estar por vir. Obrigada pelos comentários do capítulo anterior, vocês são as melhores  


Anteriormente...


  Thomas olhou para trás e o corpo de Jéssica havia desaparecido.
- Merda! - Exclamou.
- Você deveria tomar cuidado com o que atira nas pessoas meu amor.
Jéssica disse enquanto retirava com ódio a bala de madeira de seu corpo.
- Essas coisas podem matar alguém.

Capítulo


- Eu não queria...
   Brooke abraçava forte seu Grimório enquanto lágrimas teimosas escorriam de seus olhos.
- Eu não sei quem te trouxe de volta. - Pausou - Mas eu não vou deixá-lo vivo para contar suas histórias. - Arremessou seu precioso grimório para longe. - Está perto de se realizar o tribunal e você precisa esperar do outro lado por enquanto.


   Charles se aproximou da porta mas uma espécie de barreira não o deixava sair do quarto.

- Katerina?
- O que foi? - Olhou na direção de Charles. - Eu fiz algo de errado?
- Não. - Socou forte a porta. - Você não fez. Foi Brooke.
- Brooke?
- Minha filha. - Respirou fundo - Eu não sei como ela descobriu mas ela fez algo. Eu sei que fez, eu sinto.
- Você não vai conseguir ajudá-la? - Fechou os olhos.
- Eu não posso fazer nada daqui. Sou só um vampiro não um Deus.


    O único barulho que quebrava o silêncio daquele cômodo era o Tec Tec do salto que Jéssica usava. Ela caminhou até Thomas e passou a mão no ombro do mesmo.

- Querido. Eu não entendo o motivo de querer tanto me machucar. Eu poderia ter morrido. Você sabe, não sabe?
- Jéssica...
- Shhh! Não fale nada, só escute, tudo bem?
- Você tem um belo anel em seu dedo indicador. Eu não me lembro de ter lhe dado essa joia.
Jéssica retirou sua mão do ombro de Thomas.
- Então é isso...
- Eu sinceramente espero que você não esteja vacinado com verbena. - Esboça um sorriso para Thomas enquanto o empurra para longe de Candice. - Amanhã você não estará viva para contar suas histórias. - Sorri.


    Os olhos de Candice percorriam rapidamente o cômodo, enquanto seu pai novamente estava insistindo em pegar o revólver e puxar o gatilho quantas vezes fossem necessárias. As veias próximas dos olhos de Jéssica saltavam, ela passava a língua nos lábios lentamente enquanto sua fome só crescia vendo Candice em sua frente.

- O seu sangue eu beberei quente.


   De um lado para o outro, descontando seu ódio em socos Charles esperava impaciente.

- Por favor tente um pouco mais, ela depende disso.
- Eu não sou uma bruxa experiente como sua filha. Sente-se e aguarde, isso não é tão fácil quanto parece ser.
- Desculpe-me, apenas faça.


- Jéssica, por favor a solte. - Thomas disse enquanto mirava nervoso. - Não me faça atirar novamente.
- Você não se atreveria... - Joga os cabelos de Candice para trás, dando-lhe uma visão ampla do pescoço da mesma.
- Eu não tenho escolha não é mesmo? - Posiciona o dedo no gatilho enquanto Jéssica cravava suas presas no pescoço de Candice.


     Segundos antes que Thomas pudesse dar o primeiro tiro, algo entrou no cômodo pela janela fazendo com que estilhaços de vidro se espalhassem. Essa mesma coisa mordeu os dedos de Jéssica que, segundos depois, sentiu a bala de madeira perfurando seu corpo mais uma vez. Candice se afastou, enquanto Jéssica assustada tentava se livrar do animal. Outro tiro ecoou, acertando-na quase no mesmo lugar. O animal apertou a mordida com todas as suas forças, praticamente, arrancando os dedos de Jéssica e fugindo com o anel.
    Jéssica agora tinha sua aparência um pouco mais humana. Seus gritos ecoavam e podiam ser escutados como uma sinfonia pelos ouvidos de Charles no andar de cima. Os olhos de Thomas marejavam e a ira estampava seu rosto enquanto ele dava passos lentos até Jéssica.

- Pai...
Candice pronunciou pressionando o lugar onde Jéssica havia mordido.
- Eu não sei para qual lado você vai, não sei quem você pode encontrar mas desde que eu te afaste da minha família - Suspirou - minha consciência ficará tranquila. Adeus Jéssica.

   Puxou novamente o gatilho. Thomas largou o revólver e caminhou até Candice com os olhos nublados de preocupação envolvendo-a em seus braços

- Por favor, apenas que diga que você está bem.
- Eu estou papai.
- Cand... - Kath pronunciou descendo as escadas com dificuldade - você está bem? De verdade?
- Sim, eu estou.
- Tem uma pessoa querendo te ver.
- E quem seria?
- Ele está te esperando no seu quarto.
- No meu quarto? - Levanta o cenho.
   
(***)

      Ao abrir a porta de seu quarto, Candice vê Charles sentado em sua cama. Ele esboça um sorriso e se levanta rapidamente caminhando em passos rápidos na direção da mesma. Ela a envolve em seus braços e acaricia seus cabelos, fechando seus olhos emocionado.

- Eu prometi para mim mesmo que voltaria. - Sorri.
- Me desculpe... eu...
- Shhh! - Faz sinal de silêncio. - Eu não deveria ter ido naquele dia, nem mesmo daquela forma. Eu te devo minhas humildes desculpas. Você não vai se lembrar de mim agora com facilidade mas eu trarei nossas lembranças de volta.
- Nossas lembranças? - Separa o abraço - Isso não é real. - Recua dando dois passos para trás com uma dss mãos na cabeça. - Você... não estava... eu não entendo. - As veias próximas eram visíveis. - Eu me lembro muito pouco de você. Tenho seu nome gravado em minha mente mas suas palavras entorpecem cada vez mais o meu cérebro. Aonde você esteve?
- Longe. Em um lugar com uma volta impossível.
- Eu não acredito. O que eu vi quando estava enlouquecendo? Um fantasma.
- Você não se lembrou de tudo o que aconteceu. Então por favor, se acalme e permita que eu lhe ajude. - Beija a testa da mesma.


       Candice estava sentada em uma poltrona do escritório e seu pai sentado em sua frente. Sua expressão era triste mas seus olhos ainda lhe transmitiam seriedade. O silêncio era absoluto e ambos exitavam em falar o assunto de grande importância. Thomas respirou fundo e pegou uma porta-retrato que estava sob sua mesa e ficou olhando por alguns segundos. Ele o deitou sobre o seu colo e passou uma das mãos nos cabelos um tanto quanto grisalhos.

- Eu deveria ter conversado com você a respeito disso há muito tempo.
- A existência deles?
Perguntou enquanto enrolava uma mecha de cabelo com o dedo indicador.
- Não só a deles ou a de Katerina como também a nossa existência.
- Está querendo dizer que Kath é uma... - Interrompida.
- Não. A jovem Katerina é o equilíbrio. Um bruxa.
- Pai...
- Por favor deixe-me falar. Por mais difícil que seja compreender, só escute. - Candice balança a cabeça positivamente. - Certo. Existem outros como Jéssica andando por qualquer lugar como pessoas normais. Em bares, em lojas ou até mesmo em festas. Também existem aqueles como nós.
- O que nós somos?
- Lobos. Exatamente o que você está imaginando, lobisomens. Nossos genes são nobres se assim posso dizer. Temos em nossas veias correndo parte do sangue da primeira linhagem. Aquele anel que Jéssica usava, você se lembra? É uma joia um tanto diferente e eu não sei o que dizer da mesma. Eu matei Jéssica, sendo assim, ativei minha maldição. Você a matou como uma vampira, e ela voltou novamente como uma vampira mas quando ela perdeu a posse no anel eu matei uma mulher, uma humana. Por anos eu fugi dessa maldição e hoje estou com a posse dela. Algo irreversível. Eu não tenho muito tempo, preciso ir. - Coloca o porta-retrato deitado em cima da mesa e caminha até a porta.
- O que você vai fazer? - Se levanta.
- Querida, a partir de hoje... viva como quiser viver. Se quiser aceitar essa mesma maldição, aceite. Tenha em mente muita das consequências mas se essa for sua decisão eu como um bom pai aceitarei.
- Pai eu não entendo... o que você está querendo dizer? - Sorri sem graça.
- Eu vou ir embora.
- Certo, dê-me alguns minutos. Arrumarei uma bolsa e irei com você.
- Não querida, você não vai. Você é minha filha e pelo seu bem eu estou indo. Não torne as coisas mais complicadas Candice, você tem alguém para ajudá-la. Eu preciso ir agora. - Abre a porta. - Charles, é esse o seu nome certo? Cuide bem da minha filhinha. - Sorri.
- Pai eu não quero ficar sozinha!
- Adeus Candice.
- Está tudo bem querida, eu estou aqui. - Charles beija a testa da loira - A partir de agora eu sempre estarei aqui.

Continuará em breve...

Woow. Uma decisão complicada não é mesmo?
O que acharam desse capítulo?  :)
Desejam uma 3° temporada?



3 comentários:

  1. Adorei o capítulo.
    Fiquei triste com a ida do Thomas :(
    Já vi os FE Awards 2015. Parabéns pelo prémio.
    Desejo uma terceira temporada sim.

    Beijos :)

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  2. Para onde foi a Jéssica?
    A Charles vai aparecer mais na terceira temporada?
    Posta logo. Adorei!

    Beijos.

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  3. Eu gostei do capítulo!
    Gostei do Thomas. Ele vai aparecer menos nessa nova temporada, não é?
    Eu continuo gostando da Jéssica, mesmo depois do capítulo que li.
    O Charles está de volta!
    Posta logo (é um aviso!)

    Parabéns pelo prémio nos FE Awards 2015: http://criticasdefanfics.blogspot.pt/2015/08/fe-awards-2015-resultados.html

    Bjs :)

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